quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Profano




Profano

Minha pele procura
O contorno dos seus lábios
Para aprovação de um desejo
Maior que a cobiça divina
Meu corpo profana teu corpo
Descobrindo os prazeres da vida
Minha alma se entrega a sete pecados
Carnais numa violação das leis
Que regem o fruto proibido
O sangue ferve em tuas mãos quentes
Que caminham em direção aos meus seios
Mostrando os teus impulsos ladinos
Felinos cheios de loucuras masculinas
Profane os mistérios do meu cálice sagrado
Descubra a magia do meu corpo
E prove o único sabor do fruto proibido
Que se encontra em meu ser...

Um comentário:

O NOVO POETA disse...

seu blog é muito lindo, adorei seus trabralhos, beijossssssssss